terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Diário de dieta: it's time to go back


Oi, gente! Voltei, voltamos! E claro que o Diário de Dieta volta junto, já que a batalha é diária e não acaba. Desde o dia 21 de dezembro que entrei num ritmo de folguinha prolongada. Teve feriado, teve folga do trabalho e, claro, vários exageros. Festas de fim de ano não são festas de fim de ano mesmo se não tiverem pé na jaca. Achei a jaca. Mirei na jaca. Me atirei com tudo nela. Mas não me arrependo nem um pouquinho. Tava precisando disso também. Claro, a atividade física não foi totalmente abandonada, já que, oba, o melhor disso tudo foi incorporar esse comportamento à rotina. E, mesmo com o estrago culinário e etílico, as consequências não foram tão graves.

A nutri querida já previa isso (ela lê pensamentos, pode ter certeza) e deixou prontinha uma dieta detox para quando a vida voltasse ao normal. E a vida voltou. Então nesses dias tou me atirando de cabeça no suco verde, deixando o glúten de lado, investindo em frutas, legumes e muita verdura! Na semana que vem já tenho consulta e espero, como sempre, as boas notícias de volta. ;)

E hoje voltei a treinar afu de novo. As pernocas já tavam com saudade e a corridinha rendeu. Agora é vida normal: muay thai, sanda, musculação e corrida. Coisa bem boa!
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Nem perguntei nada para a nutri querida (prometo questioná-la na semana que vem), mas li sobre um livro na página da Tats e achei bem interessante. O título é Prato Sujo - Como a Indústria Manipula os Alimentos Para Viciar Você, da jornalista Marcia Kedouk. Dá uma conferida na sinopse:


"Tudo começou com um docinho após o almoço. Depois, era batata frita todo dia. Essa é a história de um cérebro viciado e prostituído: ele sabe que salada é mais digna, mas gosta mesmo é de açúcar, sal, gordura, farinha refinada - substâncias que dão tanto prazer quanto sexo, com um poder viciante comparável ao da cocaína. A indústria de comida manipula essa nossa fraqueza para tornar seus produtos irresistíveis, com doses cavalares desses aditivos. E pagamos por isso com a nossa saúde. Aqui você vai entender como realmente funciona essa indústria. E, para não dizer que não falou-se de couve-flores, este livro também traz descobertas fresquinhas da ciência que podem revolucionar sua dieta. Bom apetite! Ou não."
Via Skoob: http://www.skoob.com.br/livro/356272-prato_sujo




Claro, é importante lembrar que ela é jornalista, não nutricionista ou nutróloga, por isso quero consultar a Gisele sobre o assunto. Mas a sinopse indica algo que eu realmente sinto com relação a certas comidas: o efeito viciante, de droga mesmo. E a dificuldade para desapegar, às vezes, é bem maior do que foi quando larguei o cigarro (e olha que eu fumava dois maços ao dia). Acho que é uma leitura interessante, boa para deixar a gente de olhos abertos e ainda mais antenado ao que se come. E o mais importante: com a consciência de que é muito melhor priorizar o rango que é mais natural, menos industrializado e gorduroso.




E que seja um 2014 cheio de saúde pra todo mundo! Ueba!





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