quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Cinema ao ar livre: porque não sempre?

Ontem fui, acompanhada da amiga Fernanda, na abertura do Vivo Open Air aqui em Porto Alegre. O filme da noite era o Questão de Tempo (About Time), pré-estreia por essas bandas do diretor Richard Curtis (Simplesmente Amor). O filme é fofo, emociona, bem ao estilo do diretor. Vale assistir. E eu fico por aqui de falar do filme. Porque muito mais legal que a película, foi a experiência desse cinema a céu aberto.

A estrutura montada, com palco para os shows, espaço de integração, lounge e bar era ótima. A chuva foi uma ameaça constante durante todo o dia de ontem (chegou num ponto em que a gente achou mesmo que o céu ia desabar!) e tava rolando a preocupação: será que São Pedro vai estragar a festa mesmo? Mas não estragou.  Porque o legal desse festival de cinema ao livre não é a estrutura, nem os shows. O legal é a vibração bacana de estar na rua, bem esparramada em uma espreguiçadeira, vendo um filme em uma tela gigantesca, do tamanho de uma quadra de tênis. Nada melhor que do que ver as estrelas por cima da tela, sentir o friozinho da aragem da rua, muito mais legal do que o ar-condicionado em uma caixa fechada. Sabe, ontem fiquei me perguntando isso: pô, porque não sempre? Porque não ter um espaço desse sempre. Eu amaria!






A programação tá bem variada - tem curtas, clássicos (O Poderoso Chefão, Grease, Pulp Fiction e Curtindo a Vida Adoidado na lista) e grandes lançamentos - e ainda dá para curtir uma musiquinha. E a pipoca (obaaaaaaaaaaaa) é de graça. Aqui em Porto Alegre rola de quarta a domingo, no estacionamento do Centro de Eventos FIERGS, com ingressos a partir de R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia- entrada).

Programão ótimo!
PS: leva um casaquinho porque pode esfriar à noite ;)


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