sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Um livro para a semana: Juliet, nua e crua, Nick Hornby

Sabe gente que compra livro pela capa? Sim, esse cara sou eu. Faço dessas de vez em quando. E adoro quando as capas que me atraem trazem histórias que eu gosto de ler. Foi assim com Juliet, Naked, do Nick Hornby (que em português é Juliet, nua e crua). Vi o livro e comprei. Depois que fui ler sobre o autor e descobri que eu já simpatizava com o cara. Nick Hornby é um cara pop, um cara que gosta de música e transfere tudo isso pros livros. Se você não gosta de algum desses temas, desista. Mas se gosta, vem comigo!

A minha simpatia com esse autor inglês vem do livro, que virou um filme ótimo, Alta Fidelidade. O livro é de 1995 e o filme de 2000 com uma turma bem bacana, que inclui John Cusack, Jack Black, Tim Robbins, e a diva Catherine Zeta-Jones. É a história do dono de uma loja de música, que só vende vinil, falido. O cara é trapalhão, azarado e sabe tudo de música pop. Típico protagonista de Nick Hornby (tá, eu deixo cês verem o filme primeiro, até porque provavelmente cês já viram).



Então, vamos à Juliet. Ao contrário do que a gente pensa, não é uma mulher, mas um CD. E a história gira em torno de Duncan, um professor universitário obcecado por um cantor dos anos 1980, Tucker Crowe, que largou a carreira pra virar um hermitão isolado. A esposa de Duncan, Annie, coitada, atura toda essa “paixão” que ele sente por Tucker, mas a coisa se inverte quando é lançado uma versão crua do CD mais famoso dele. Annie começa a se corresponder com o próprio Crowe (baphóóóóón), dando início a um triângulo amoroso meio inusitado.

O texto flui e o livro é daqueles que a gente termina numa sentada e com a sensação de ter se divertido, sabe? E leve, é rápido, é pop. Eu adorei!

Juliet, nua e crua, Nick Hornby
Editora Rocco
272 páginas
Preço: novo por R$34, usado em português por R$ 20, usado em inglês por R$ 10.


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