segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Tem que ver: Meia Noite em Paris

Faz tempo que a gente não dá uma diquinha sequer de filme, né? Apesar de falar no assunto com pouca frequência, assisto muitos filmes. Mas confesso, faz um tempo que prefiro o cinema de casa. Quando vejo algum lançamento é porque consegui baixar algo com boa resolução. Eu sei, menina má. Mas pensa comigo: depois de milhões de correrias todas as semanas, tem coisa melhor que se atirar no sofá e se aninhar no seu amor vendo um filminho gostoso?

Explicações dadas, voi là! Vocês já assistiram Meia Noite em Paris (Midnight in Paris, 2011)? Ainda não?? Então não espera mais! Baixa o filme, corre na locadora, compra o DVD, aluga online, whatever! Mas veja!


Este cartaz dá bem a ideia da fantasia criada por Woody Allen. Olha, vou te dizer que é um dos melhores que já assisti do diretor. Ele já tinha abandonado Nova York (cenário central da maioria das suas produções) e se aventurado pela Europa em Vicky Cristina Barcelona (que eu também gostei bastante), mas em Meia Noite em Paris ele trata a capital francesa com tanto amor e cuidado, em uma história fantasiosa e envolvente, que é impossível não quer ir ontem para a Cidade Luz.

O personagem central da história é Gil (Owen Wilson), um roteirista de besteiróis americanos, que sempre idolatrou os grandes escritores americanos. Apesar de ser bem-sucedido como roteirista, Gil quer terminar de escrever seu primeiro romance em Paris, para onde vai com a noiva Inez (Rachel McAdams), e os pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy). Em Paris, tendo a cidade em dia de chuva como cenário, Gil volta a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido. Aí que a fantasia começa e Gil ganha uma chance de viajar pela Paris da década de 1920, "A Era de Ouro" para o roteirista.

Marion Cotillard está linda na pele de Adriana, que queria ter vivo a Belle Époque

Caminhando meio bebum pela cidade, depois de ter que aguentar a noiva (que diz que nunca poderia viver fora dos Estados Unidos) se preocupar apenas com a casa em Malibu, comprar cadeiras de 18 mil euros e o professor chatíssimo e pedante que eles encontraram na cidade, Gil se perde e ouve 12 baladas no relógio. Quando vê, está dentro de um Peugeot antigo, indo parar numa festa para o cineasta francês Jean Cocteau, ouvindo (e vendo) Cole Porter tocar piano e numa roda de conversa com Scott e Zelda Fitzgerald, Ernest Hemingway, T.S. Eliot e outros heróis. E vivendo essa nova época, ele se apaixona pela linda Adriana, que veio a Paris estudar moda com Chanel e se torna amante de Picasso, ex de Modigliani e Braque, uma versão groupie intelectual dos anos 20.


Fiquei de quatro pelo Hemingway (Corey Stoll)

Zelda (Alison Pill) e Scott Fitzgerald (Tom Hiddleston): lovely

Quem nunca pensou em uma época que não a sua?

Adrien Brody está impagável como Salvador Dalí
A trama nos leva a fazer mil reflexões sobre nossas vidas, o que imaginamos de como seria viver em uma época que não é a nossa, mas que sempre idealizamos. Tudo isso com o fatalismo e humor tão característicos (e deliciosos) de Woody Allen.

Se esse post ainda não te convenceu a assistir, dá uma olhadinha no trailler:





Um comentário:

David Iannini disse...

Oi,
sou David Iannini(Produtor de moda e Styling, e editor do blog Acordei Fashionista).
Encontrei seu blog em buscas pela net, adorei o espaço!
Aproveito para deixar o link do meu blog!
http://acordeifashionista.blogspot.com/
Se curtir me segue(sigo devolta).

Não importa como vc está se sentido hoje: levante-se, vista-se, e brilhe!

Abraço!

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